Zinco e selênio: por que entram na conversa sobre cognição
O zinco e o selênio são minerais essenciais que desempenham papéis cruciais na saúde humana, especialmente na cognição. Eles são frequentemente discutidos em contextos relacionados à saúde mental e ao desempenho cognitivo. Neste artigo, vamos explorar em profundidade como esses minerais afetam a função cerebral, quem se beneficia de sua inclusão na dieta, como tomá-los e suas contraindicações.
O que são zinco e selênio?
O zinco é um mineral encontrado em várias células do corpo humano e é vital para o funcionamento adequado do sistema imunológico, síntese de proteínas e cicatrização de feridas. O selênio, por sua vez, é um antioxidante que ajuda a proteger as células do corpo contra danos oxidativos, além de ser essencial para a função da tireoide e a regulação do metabolismo.
Qual a relação entre zinco, selênio e cognição?
A pesquisa sugere que tanto o zinco quanto o selênio desempenham papéis importantes na saúde cerebral. Estudos indicam que o zinco está envolvido na neurogênese, o processo de formação de novas células nervosas, e na comunicação entre neurônios. O selênio, por sua vez, ajuda a combater o estresse oxidativo que pode levar ao declínio cognitivo.
Como o zinco afeta a cognição?
- O zinco é fundamental para a sinapse neuronal, facilitando a comunicação entre as células do cérebro.
- Deficiências de zinco têm sido associadas a problemas de memória e a um aumento no risco de doenças neurodegenerativas.
- O mineral também está relacionado à regulação do humor e pode ajudar na prevenção da depressão.
Como o selênio afeta a cognição?
- O selênio desempenha um papel na proteção contra danos celulares, que podem afetar a função cerebral.
- Estudos mostram que níveis adequados de selênio estão associados a melhores resultados em testes cognitivos.
- Além disso, o selênio pode ajudar a melhorar o humor e a função mental geral.
Quem se beneficia da suplementação de zinco e selênio?
Praticamente todos podem se beneficiar da inclusão de zinco e selênio em suas dietas, mas certos grupos são especialmente suscetíveis a deficiências:
- Atletas: Podem perder zinco e selênio através do suor e, portanto, podem precisar de maior ingestão.
- Idosos: A absorção desses minerais tende a diminuir com a idade, aumentando a necessidade de suplementação.
- Vegetarianos e veganos: Podem ter dificuldades em obter quantidades adequadas desses minerais apenas através da dieta.
Como tomar zinco e selênio?
A suplementação de zinco e selênio deve ser feita com cautela e, preferencialmente, sob a orientação de um profissional de saúde. Aqui estão algumas diretrizes gerais:
- Zinco: A dosagem usual para adultos varia entre 8 mg a 11 mg por dia. Pode ser encontrado em formas como sulfato de zinco, acetato ou picolinato.
- Selênio: A dose diária recomendada para adultos é de 55 mcg. O selênio pode ser encontrado em forma de selenometionina ou selenito de sódio.
Contraindicações e quando procurar um profissional
Embora o zinco e o selênio sejam importantes para a saúde, a suplementação excessiva pode levar a efeitos adversos. É crucial evitar a automedicação:
- Altas doses de zinco podem causar náuseas, diarreia e interferir na absorção de outros minerais.
- Excesso de selênio pode levar a sintomas como mau hálito, irritação gastrointestinal e problemas neurológicos.
Consulte um profissional de saúde se você:
- Estiver considerando a suplementação de zinco ou selênio.
- Tiver uma condição médica pré-existente.
- Estiver grávida ou amamentando.
Aplicações práticas: Como utilizar zinco e selênio no dia a dia
Incorporar zinco e selênio em sua dieta pode ser fácil e saboroso. Aqui estão algumas dicas:
- Fontes alimentares de zinco: Carnes vermelhas, aves, frutos do mar, feijões, nozes e grãos integrais.
- Fontes alimentares de selênio: Castanhas do Brasil, peixes, ovos e cereais integrais.
Considere monitorar sua ingestão e ajustar sua dieta com base nas necessidades individuais e na orientação de profissionais.
Conceitos relacionados
Ao discutir zinco e selênio, é importante considerar outros nutrientes que também desempenham papéis na saúde cognitiva:
- Ômega-3: Ácidos graxos essenciais que têm sido associados à saúde cerebral.
- Vitaminas do complexo B: Importantes para a função cerebral e saúde mental.
- Antioxidantes: Nutrientes como a vitamina E, que também ajudam a proteger o cérebro do estresse oxidativo.
Para otimizar sua saúde cognitiva, considere uma abordagem holística, combinando a ingestão adequada de zinco e selênio com outros nutrientes essenciais.
Ao final, a consciência sobre a importância do zinco e do selênio pode ser um passo significativo para melhorar sua saúde cognitiva. Para explorar mais sobre suplementação de qualidade, visite Doctor’s First.